Não sei do que chamá-lo, olho no fundo de seus olhos e não sei do que chamá-lo, apenas seu nome o identifica, graças a Deus ele tem um nome, assim tenho menos trabalho. É estranho, logo eu não ter do que chamá-lo,fugiu minha inspiração, não que ele não tenha características que possa identificá-lo, mas essa tarefa é praticamente impossível pra mim agora. Estou hipnotizada. Não perdi os sentidos, não estou cega, não tento imaginá-lo. Eu o vejo. Eu o vejo em minha frente, sem qualquer pretensão de me iludir sobre quem ele é, vejo-o, sinto-o, acaricio-lhe o rosto e não sinto nenhum perigo, ele se entrega em meus braços como uma criança prestes a dormir no colo de quem confia. E eu, deixo-me levar por essa cadência inexplicável de pequenas coincidências...
Um comentário:
eita, achei lindo esse texto!!!
fizesse pra alguém?
tangerineeee... tangerine!
=**
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