
''...quero provar para o tempo que os sentimentos enquanto verdadeiros e irrigados de desejo pode lançar-se a milanos a frente de nosso tempo e assim como os vampiros góticos,viver a eternidade.''
Estranho você falar em convencionalismo, eu nunca fui convencional, sempre fui autêntica, sempre pareci comigo mesma.
Imagino-o num país distante, fazendo cruzadas, lutando contra nações para que prevalesça o direito a liberdade de ser o que quisermos.
Fica mais fácil para que a cultura que foi incutida em mim consiga digerir essa sua ausência no plano físico.
Também quero provar que o tempo não faz parte da equação dos sentimentos, quero que ele continue sendo esta variável que pode ou não, ser acrescentada ao nosso resultado final.
Aprecio muito a experiência, mas detesto paradigmas.
Mencionastes "vampiros góticos", recordei tantas memórias minhas, lembrei-me que na minha ingenuidade, não havia nada mais hipnotizante do que estes seres. Da astúcia, da elegância, da inteligencia, da sedução, da imortalidade..., tantos eram os atributos que acabei tornando-me fã.
Quisera eu ter alguma dessas qualidades, quisera eu ter um amor que em algum aspecto remetesse a tal ser.
Vampiros me lembram amor a liberdade e paixão, queria ser essa paixão tua, queria essa paixão viva, inflamada, rasgando o peito, contorcendo a alma, queria beber uma taça de vinho e sorrir inigmaticamente pensando em ti.
Brindemos...![]()
O bom e o mau
7 horas atrás

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